“Condeno todos os actos de vandalismo, pois também o PS tem sofrido as consequências. São actos lamentáveis, mas nunca me aproveitei disso para me vitimizar”, diz José Apolinário.
O autarca de Faro que se recandidata nas próximas autarcas, regia assim a posições assumidas pelo seu adversário Macário Correia, que nos últimos dias tem vindo a denunciar situações de vandalismo no seu material de campanha. (ver notícia)
Em conferência de imprensa, o candidato socialista não se eximiu no entanto de criticar o seu adversário e para ele “o presidente da câmara de Tavira quer fugir ao debate das diferenças políticas”.
“O candidato da direita quer esconder as diferenças e tem medo que as opiniões que emitiu ao longo dos anos sejam conhecidas”, salientou.
"Nós somos a favor da autonomia das escolas enquanto o presidente de Tavira quer mandar nos professores”, salientou, numa alusão à questão das actividades extra-curriculares nas escolas, que Macário criticou por não terem sido iniciadas atempadamente, enquanto Apolinário considera serem os órgãos directivos escolares quem tem autoridade para definir o calendário, “depois de a câmara ter garantido o que lhe competia.
Saltando depois para as questões do saneamento, Apolinário garantiu que “os farenses sabem que fizemos 4,5 milhões de euros de obras de saneamento e levamos água e esgotos a 800 famílias do interior do concelho e as restantes obras só não estão concluídas porque o PSD inviabilizou por duas vezes na Assembleia Municipal. É isto que a direita quer esconder".
“Fazer-se de vítima e intimidar os farenses, para que não haja debate sobre as propostas e as diferenças políticas das candidaturas” é, para José Apolinário, a intenção do seu opositor.
Servindo-se do seu slogan de campanha, o socialista encerra a polémica: “Faro é Faro, não é Tavira.
Publicada: Observatorio do Algarve
domingo, 20 de setembro de 2009
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