O piano de cauda do Teatro das Figuras, em Faro, regressa, depois de recuperado, para ser tocado pela primeira vez pelas mãos do pianista Ruben Alves, num espectáculo em conjunto com o cantor lírico farense Rui Baeta.
«Amália por Rui Baeta e Ruben Alves» reinventa temas conhecidos da música portuguesa, que podem ser ouvidos no próximo sábado, dia 19 de Setembro, às 21h30.
As notas do piano de cauda do Teatro das Figuras vão fazer-se ouvir pela primeira vez. Quatro anos depois de ter sido comprado por 85 mil euros, e após a sua recuperação, com a ajuda do conceituado pianista português Artur Pizarro, o piano volta ao teatro, depois de ter sido inutilizado por uma falha do sistema de detecção de incêndios do edifício.
O concerto, que pretende homenagear Amália, como a maior intérprete de música portuguesa do século XX, junta a voz e a perícia ao piano de dois artistas portugueses.
Ruben Alves, o pianista de jazz que tocará pela primeira vez o recuperado piano, produziu novos arranjos musicais ao piano para que a voz de Rui Baeta, cantor lírico, se adaptasse melhor ao estilo que vão oferecer aos presentes, o fado.
Embora Rui Baeta possua um vasto reportório em áreas como a ópera, a oratória e o recital, o cantor sente-se preparado para o desafio, afirmando que é «cantor de ópera, mas a liberdade vocal e interpretativa que sinto quando canto fados como Gaivota ou Maria Lisboa é incomparável a qualquer outro género musical».
O concerto, que foi motivado pela «densidade emocional dos poemas» cantados por Amália e pela «qualidade musical dos seus fados», sobe ao palco do Teatro das Figuras, em Faro, custando o bilhete cinco euros.
Para Fevereiro de 2010, está previsto um recital, oferecido pelo pianista Artur Pizarro, cujas receitas reverterão para ajudar a suportar os custos de transporte e reparação do instrumento.
Fonte:Jornal Barlavento on line
Edição de 15 de Setembro de 2009
sofia trindade
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AS PREOCUPAÇÕES DO SR. MACÁRIO
O Sr. Macário mostrou-se muito preocupado com as Empresas Municipais de Faro e as suas Administrações. Diz ele que são cinco “com vencimentos e regalias muito generosos”
Ora vejamos se ele tem motivos para preocupação. As 3 empresas são:
Ambifaro – Na Administração tem 2 pessoas – Uma Presidente, que recebe um vencimento equivalente a Director de Departamento e um representante da Câmara, Vereador do Pelouro e que não recebe mais por isso.
Teatro Municipal – A Administração é composta por 3 elementos – um Presidente que não aufere qualquer tipo de pagamento, um representante da Câmara, Vereador do Pelouro e que não recebe mais por isso, e um Administrador que acumula com as funções de Programador e que recebe um vencimento de acordo com esta função.
Mercado Municipal – Duas pessoas na Administração – um Presidente que recebe o equivalente a Director de Departamento e uma representante da Câmara Municipal, por acaso Vereadora do PSD e que não recebe nada por isso.
De referir que estas Empresas nada têm a ver com empresas de âmbito nacional. Aqui não há Bónus, Cartões de Crédito nem Senhas de Presença. Pelo que não vejo onde encontra o Sr. Macário, as ditas “regalias muito generosas”.
Será então que o Sr. Macário, em Tavira, onde ainda (?) é Presidente, não paga aos Administradores das suas Empresas Municipais?
Diz também ele que estes elementos são “até familiares entre si”.
Ora que eu saiba a Drª Sandra Costa e Espada, o Dr. João Marques, o Dr. Paulo Neves, o Engº Augusto Miranda, o Maestro Osvaldo Ferreira, o Sr. Ricardo Costa e a Drª. Helena Louro – são estes os nomes dos Administradores das ditas Empresas – não têm qualquer grau de parentesco entre eles…daí não entender o comentário…
Ou será que, a dar ouvidos às más-línguas que vêm de Tavira, o Sr. Macário está a confundir-se com alegados interesses que a sua Mãe tem numa Empresa Municipal desse Concelho?
Mas não baixemos ao nível do Sr. Macário. Pois quem vai por esse caminho é quem não tem argumentos reais para atacar o funcionamento, neste caso, das Empresas Municipais.
Não consegue atacar o Teatro Municipal que recentemente recebeu uma Certificação de Qualidade ISO9001, primeira e única a ser atribuída a um Teatro até ao momento.
Não consegue atacar o Mercado Municipal depois da revolução que significou a sua entrada em funcionamento e o revigorar que representa para uma boa parte da cidade (até o Sr. Macário aproveitou a onda e aí instalou a sua Sede de Campanha).
E não consegue atacar a Ambifaro no seu trabalho de divulgação nacional e internacional do Município de Faro, na Animação que promove, no trabalho de resposta ao desemprego que está a desenvolver neste momento.
O problema é este o Sr. Macário diz que com ele as coisas “apresentarão outro tipo de resultados”, mas nunca diz como nem o que pretende realmente.
São simples formas de linguagem o que ele usa, chavões, palavras soltas e palavras leva-as os vento…não são de confiança…especialmente vindas do Sr. Macário.
António José da Silva